Monday, December 21, 2015

101 RAZÕES PARA VIVER , e AMAR, LONDRES.


1. Você se sente muito seguro ao usar o seu cartão Oyster (passe do metrô)
2. Você vai se esbarrar em muito mais pessoas do que você imagina..
3. Vai ter carro e usar pouco, pois aqui Ricos também usam o metrô.
4. Quando você enteder o mapa do metrô você vai perceber o quão simples ele è
5. Todo mundo conhece alguém que mora em Londres
6. Namorar/paquerar pela internet é totalmente aceitável



7. Não importa que carreira você quer seguir, você pode segui-la em Londres
8. O Museu de História Natural é totalmente gratuito
9. Assim como o Museu e Ciência
10. E o Museu Britânico
11. E o Tate
12. E o Tate Modern
13. OK, nomear todos eles seria trapacear - mas há um mundo de galerias e museus de graça



14. Existem  4500 pubs & bares
15. Sentar no parque num dia de verão 
16. Você não precisa ser legal com estranhos
17. Há milhares de solteiros
18. Você vê gente famosa o tempo todo
19. Você fica todo convencido quando volta pra casa e conta pros seus amigos sobre a vida em Londres
20. É uma das cidades mais etnicamente diversas do mundo
21. Qualquer tipo de comida que você deseja, você achará
22. Durante o seu trajeto para o trabalho, vocé passará por alguns dos pontos mais famosos do mundo



23. Chove bem menos do que chove no norte
24. A vista da Waterloo bridge sentido leste
25. A vista da Waterloo bridge sentido oeste
26. Beber às margens do Tâmisa
27. Sim, é mais caro morar aqui, mas o seu salário será bem maior do que em outro lugar do mundo
28. A loja Topshop da Oxford Street
29. O shopping Westfield Stratford é o maior da união européia
30. As Olimpíadas mostraram que os Londrinos podem ser muito gentis quando querem
31. Tem saudades do campo? Ha várias fazendas urbanas
32. Quando você aprender a se localizar na cidade não há sentimento melhor do que um turista lhe pedir informações e você saber auxiliá-lo
33. As extravagantes portas duplas da Jubilee Line
34. Mercados. São tantos mercados


Greenwich market
35. Chove menos em Londres do que qualquer outra cidade no Reino Unido - apenas 700mm comparados aos 1200 mm em Cardiff
36. Pessoas que moram em Londres vivem 5 anos mais do que a média nacional
37. Toda banda em turnê toca em Londres
38. Se você tiver entediado é só pular num trem com destino à Paris.
39. Algumas das arenas esportivas mais famosas do mundo se encontram aqui: Wimbledon, Wembley, Twickenham, Lords..
40. Ir pra casa demora apenas algumas horas (isso pra quem é natural da Europa)
41. Você nunca fica entediado pois a revista TimeOut está sempre lhe dizendo o que fazer
42. Ônibus nortunos. Você sempre chega em casa graças à eles
43. Andar de cima dos ônibus noturnos: a festa continuaThe top deck on nightbuses: the party continues
44. Vista belissima de Londres no The Shard, The London Eye e Primrose Hill
Primrose Hill

45. Todos saem para um drink depois do trabalho
46. Você pode beber sem se preocupar com como vai chegar em casa. NINGUÉM dirige
47. Quer se sentir como um estudante? Se mude para Clapham (bairro no sul de Londres)
48. Discotecas
49. Quando chove, nunca dura muito
50. Correr ao longo do rio faz correr parecer bem menos deprimente
51. Quando você assiste o Apprentice (O Aprendiz) você reconhecerá todos os locais que eles vão
52. Se sair da universidade fez você se sentir velho, se mudar pra Londres vai fazer você se sentir jovem novamente
53. Há inúmeros restaurantes de hamburguers 
54. Ficar com raiva dos turistas que ficam se metendo no seu caminho chega a ser uma sensação libertadora.
55. Boris (Boris Johnson, o prefeito)
56. Curries (comida indiana) em Brick Lane
57. Rid da palavra 'Cockfosters'
58. Conversas íntimas com os motoristas de taxi
59. Festas em armazéns que ninguém olha 2 vezes se você estiver vestindo uma cabeça de cavalo
60. Você sempre conhecerá alguém mais estranho do que você


61. Shows gratuitos - bandas novas que podem ser péssimas ou se tornar superstars
62. "Sample sales" (Compras onde você pode experimentar, antes de comprar - principalmente nos mercados de comida)
63. Mercados vintage (com peças antigas, retrô) 
64. Bicicletas do Boris (nome dado às bicicletas de aluguel em Londres)
65. Há inúmeros exercícios diferentes para pessoas que odeiam academia, por exemplo: dança sóbria de discoteca.
66. É um ótimo lugar para estar solteiro
67. É um ótimo lugar para ter um relacionamento
68. Musicais
69. Arte performática. Em que outro lugar do mundo você pode ver uma mulher quebrar um ovo usando suas partes íntimas? OK, talvez em Bangkok
70. Quando você mora aqui, você pode fazer todas as coisas turísticas fora do horário de pico
71. Retrace os passos dos seus personagens de filme favoritos: Um lugar chamado Notting Hill, 28 Dias Depois, Harry Potter...
72. Mercados de natal do tamanho da sua cidade universitária
73. Melhores escolas de cabelereiros = cortes de cabelo gratuito
74. Troca de livros = livros gratuitos

75. Pessoas da sua cidade natal pensarão que você é muito resistente por viver em Londres
76. Museus abertos até mais tarde - Você pode ficar bêbado e aprender ao mesmo tempo
77. Zoológicos abertos até tarde - Você pode ficar bêbado e ver os animais
78. Você pode assistir uma peça no Shakespeare's Globe por £5
79. Tem sempre uma festa na casa de alguém
80.  E tem sempre uma festa depois da festa
81. Tem sempre uma rua nova, um novo parque ou um pub novo para descobrir

82. Adora os moderninhos? O leste de Londres é a sua meca
83. Odeia os moderninhos? Mude-se para o sul de Londres. Eles estão muito apavorados para atrevessar o rio.
84. Quando amigos vem lhe visitar, você fica todo convencido porque eles estão amedrontados
85. A Rainha mora aqui
86. Você provavelmente se esbarrará no principe Harry durante uma noitada
87. Quando você sai do trabalho a sua cidade está ganhando vida e não morrendo
88. Tem piscinas ao ar livre espalhadas por toda a cidade
89. 14 milhões de turistas visitaram Londres em 2010, colocando a cidade no topo da lista das mais visitadas da Europa. Eles não podem estar todos enganados
90. Qualquer lugar que você vá de férias será mais barato quando você comparar à Londres
91. Nós temos prédios que se chamam: the Gherkin (o pepino) , the Shard (o caco), the Cheesegrater ( o ralador de queijo) e o Walkie Talkie
92. Há 27 pubs só no trajeto da linha "circle" (a amarela)


93. A gente sabe como festejar...
94. Você vai se apaixonar no metrô por 17 vezes ao dia
95. Tem sempre alguém visitando Londres, então você não precisa sair daqui pra visitar ninguem
96. Você pode sair todos os dias da semana


97. No verão Londrés é sempre mais quente do que qualquer outra cidade da Inglaterra
98. Vão abrir um "café com gatos" aqui. Um lugar onde você poderá interagir com gatos enquanto toma seu café
99. Tem gente mais bonita aqui do que em qualquer outro lugar
100. Há varios aeroportos, caso você precise escapar
101. A melhor: você pode atravessar a Abbey Road, famosa pelos Beatles, o dia que você quiser. 

Thursday, December 3, 2015

SIMPLES ASSIM.

SIMPLES
Felicidade são as coisas gostosas da vida. Um café bem passado, boa música, boa comida, bom livro, boas caminhadas....boas companhias, assistir à um bom filme,Saúde em dia e sorriso no rosto. As pessoas falam que $$ nao compra isso. Concordo em parte...Dinheiro compra a liberdade. Nao se precisa de muito pra fazer o que disse acima...Mas Para fazer isso de cabeça fresca e aproveitar melhor, o dinheiro ajuda, pois você não precisa aturar chefe chato, ou ter que ser escravo de horários e pode ter seu próprio negócio, sem esperar lucro, apenas para se ocupar. Ou fazer um ou mais hobbies. Viajar....fazer as coisas no SEU TEMPO, do SEU jeito. Essa liberdade, SÓ ele dá.

Monday, November 23, 2015

VENCER OU PERDER? R: VENCER.

VENCER OU PERDER? R: VIVER.
A vida tem mostrado uma cobrança muito grande com as pessoas. Essa obrigação de vencer, ser feliz, tudo perfeito, é cansativa, e contra producente. A sociedade virou uma engrenagem cruel. Mas por incrível que pareça, quem tem sucesso MESMO não segue essa corrente. Conversando com colegas do mercado financeiro, músicos, atletas e alguns mentores que eu tenho, todos eles referências em suas áreas. Durante esses anos aqui em Londres Fui catalisando isso e posso garantir: essa receita não fecha. Se eu fosse resumir o que eles dissseram, seria mais ou menos assim: ser feliz é bem legal, mas ter DIREITO a ter um dia triste também é. A vida não é um relógio suíço e só dinheiro NÃO te faz estar de bem consigo mesmo. É deixar as coisas seguirem seu rumo. Nada de auto ajuda. Nada de manual de instruções ou ansiedade e remédio tarja preta. Mude sua rotina, faça caminhos e programas diferentes.Faça de seu dia seu melhor companheiro, seja feliz ou seja chorando, sozinho ou acompanhado. Conheço amigos em comunidades cariocas que são infinitamente mais satisfeitos do que amigos que vivem em Miami, Beverly Hills ou Londres. Sucesso é isso: você estar de bem com VOCÊ, não importa como ou onde.

Wednesday, November 18, 2015

Linda Tirado: The welfare state in America and the one we see here in Britain: no balance.

Every nation likes to think it’s unique somehow. Certainly we’re not like those other countries, we think – the ones with nutty politicians, and laws that don’t make any sense, and frankly barbaric social policies.
So as the chancellor, George Osborne, puts the finishing touches to next week’s spending review, which will involve budget cuts of up to 40% for some Whitehall departments and aims to shrink the benefits bill still further, it’s worth remembering just how much the rhetoric on welfare reform here mirrors that in the US.
I write about what life is like for American service workers, and came to London last autumn to promote my first book. I had thought that my decade navigating the bottom income brackets of the US made me something of an expert on welfare. Then I found out what the words “welfare state” meant in a UK context. We use the same words in America, but they mean something entirely different.
After I heard about things such as the NHS and maternity benefits and social housing guidelines that actually considered mental health, I thought that UK politics must be an intellectual paradise compared to what we deal with in the States. When an American talks about a “welfare state”, they’re talking about scattered programmes such as food stamps, tiny cash benefits and milk and formula vouchers for infants and pregnant women, which together provide a fraction of the benefits a British citizen is entitled to. It wouldn’t occur to us to talk about things like family leave – the recently installed Republican speaker of the House Of Representatives, Paul Ryan, blocked a bill on that topic, just after he refused to accept his new post unless he got time with his family.
In America, family leave is for those with the power to demand it as part of a benefits package. Things such as family cohesion aren’t considered in the arena of social policy unless the people being discussed are very poor, or black. Everyone else is assumed to be cohesive enough without the government’s help. You can see why the equation of the two nations with the same words threw me. I thought we had simply Americanised the term welfare. We’re good at cultural imperialism like that. As it turned out, I had misjudged Britain entirely. Given how much I had heard my whole life about British dignity, and the fact that there is a thing here called the House of Lords, I had assumed I would find something like comity and refinement among the people charged with running the place. Instead, I found Boris Johnson.
I began to feel at home immediately. Then I heard the term “skivers and strivers”. It felt familiar – in America we say “makers and takers”. If you listen, you can’t help but hear US-style campaigning creeping into the British political system. It’s not only the rhyming phrases meant to boil an incredibly nuanced issue down to a simple cops v robbers scenario. It’s the exact same arguments.
I found myself yelling at the TV not long ago. I was informing the talking head who’d been talking about wasteful spending by welfare recipients that in every case where a state has drug-tested benefits claimants, the state has wasted its money – most claimants aren’t drug users. The trouble is, I was yelling at a British bloke repeating well-worn stereotypes about UK welfare recipients. It sounded like such an American thing to say that I temporarily forgot which country I was in. Could an average citizen in either of our nations tell the difference between our leaders these days? Take, for example, the following quote: “If government’s growth is left unchecked and unchallenged … we will transform our social safety net into a hammock, which lulls able-bodied people into lives of complacency and dependency.”
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I wondered whether that sounded British or American to the ears of commuters outside King’s Cross station. Of the 30, 17 incorrectly identified David Cameron as the speaker, rather than Ryan, who spoke those words in a rebuttal to a presidential address.
I made it far easier for the next round, leaving in telltale American “welfare” and British “benefits” language. I asked people to match the name to the quote instead of simply guessing which man had said it. Still, fewer than 60% of the people I asked could correctly match the leader with the sentiment. (Ryan’s quote: “Our goal must be to help people move from welfare into work and self-sufficiency.” Cameron’s: “Compassion isn’t measured out in benefit cheques – it’s in the chances you give people. The chance to get a job.”)
This in itself mightn’t be alarming. There is only so much variation you can put on one school of political thought, and both men are fairly mainstream-to-right with occasional forays into ideological counterproductivity. Both want to pare government spending to the bone, ostensibly to cut the debt and/or deficit depending on which we are very concerned with this week. In the end, you’ll wind up with some pretty sizeable tax cuts to the wealthy either way.
But can two countries with very different approaches to shared sacrifice and benefit have the same economic strategies? Given that a British citizen thinks it their right to see a doctor, and an American citizen may or may not think that the very idea is the reddest of Soviet plots, can privatising healthcare really solve the woes of both nations’ systems? It seems unlikely, given that the US still has an incredible number of people who are uninsured and the system is largely still run by private companies, that the solution will resemble what’s needed in the NHS.
I asked people if it concerned them that they couldn’t tell the difference between David Cameron and an American conservative. One memorable young man was afire with love for capitalism, and thought it could be nothing but good to be more like America. A few liked American-style regulations.
Largely, people seemed resigned. Keep calm and accept the McDonald’s and then the Starbucks and then the two-year election cycle dominated by 30-second attack ads implying that a candidate personally escorted 20 felons to freedom (which normally means the candidate had held public office, during which time 20 felons were freed for various reasons.)
In the last election, Ed Miliband and Cameron both hired top American campaign consultants. Jim Messina and David Axelrod helped Barack Obama win the White House in 2008. They’re both experts in new media campaigning, building infrastructure to reach every last likely voter.
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It’s one thing to bring in cheap food and expensive coffee. But if you’re going to import American rhetoric to solve problems with the NHS and welfare spending, and then American consultants to tell men like Miliband how to look more accessible to the British public, you might as well go all in and start your election season next summer.
If Osborne carries on the tradition of Americanising the discussion of public services, the UK will see more cases like the councillor who was fined for urinating in public (in the town he’d just removed public toilets from, natch.) We know the Cameron government isn’t likely to keep its campaign pledges about the budget.
Next week, we’ll see whether Britain has decided to keep a sense of collective duty, or whether the government will be embracing the American way. If it’s the latter, we can only hope that the wealthy citizens of the United Kingdom are as happy to trade public services away for private profits as wealthy Americans have been.

Sunday, November 1, 2015

COUCH TIME: DOUBLE DOWN, A NICE SURPRISE 15 YEARS LATER/ FILME QUE NÃO PODE PASSAR BATIDO.

What a fun movie this one is. Four friends in Los Angeles have a pretty bad gambling problem. Isn't that enough for a ride already? Writer/director Mars Callahan manages to really get into the lives of problem gamblers, and has fun with it, too. The movie focuses on the lives of four friends who just want to own their own restaurant. Jason Priestly stars as David Zigman, the son of a restaurant owner who'd rather sit in the office with his feet up on the desk while watching a Lakers game on TV instead of actually doing work. Kane Picoy is Mike, the narrator and David's best friend. Peter Dobson as the Jersey Jinx (Cory) and Orien Richman as Brett bring gut-busting comic relief throughout the movie. And I'm not sure how many of you are aware of this, but Clyde the bookie, the "Chris Walken aficionado" who claims to have seen King of New York 2000 times, is actually Callahan himself. The movie has some well-planned plot twists and action, and if you are as into the gambling scene as I am, it'll have you alternately biting your nails and cheering for the group of friends. Big smiles all around!
"Zigs" aka Double Down is hilarious.The plot is really unimportant compared to the great atmosphere and fun characters. One scene on the techniques for impersonating William Shatner is worth the cost of rental alone. A fun little film. Keep your eyes peeled for more Jason Priestly work, he's not just a 90210 flake!
PORTUGUESE TEXT:
Grande surpresa este filme de Mars Callahan e boa atuação de Jason Priestley e Kane Picoy.A atmosfera de "rat pack" do filme lembra a fase sem grilos de Sinatra e cia e recria uma aura de "a vida é feita para curtir os  momentos". Eu assisti a este filme em 2000, e acho ele atual até hoje. Na verdade o que me intriga a continuar dando uma olhada vez ou outra é esse lance de o filme parecer e REALMENTE ser bem atual. Vale dar uma bela olhada, acompanhado de bons petiscos e naquele comezinho de noite, lá pelas 19 horas....sem pressa e com muita atenção nos detalhes e referencias que o filme evoca. 

Thursday, October 29, 2015

VALE A PENA LER DE NOVO. AXL ROSE: OS ANOS PERDIDOS, OU A VOLTA DO QUE NÃO FOI? - EXCLUSIVO



Hoje republico um post que foi MUITO, mas muito acessado: Os anos perdidos de AXL Rose, uma das maiores estrelas do rock e uma figura misteriosa e muito severa quando o assunto é sua vida privada. mas meu amigo, a fonte que eu tive me deu esse artigo que NENHUMA revista americana conseguiu. e olha que eles tentaram me comprar os direitos por anos. Esse artigo me deu sozinho 700 mil acessos. E Com eu não estou à venda, aqui vai:

(Escrevi o início assim em 2009): A história é contada de uma festa de aniversário que aconteceu 3 fevereiros atrás [em 2006] em um restaurante mexicano em Santa Monica.A minha fonte, uma pessoa muito próxima de um dos maiores ídolos da história do rock,e que é uma das pouquíssimas pessoas a ter acesso a esse homem cheio de genialidades e conflitos.Nesses anos eu estive algumas vezes na segunda cidade que mais amo (a primeira vocês sabem...)revendo roteiros de minha passagem por lá, entre 91 e 92,e conversei com a fonte em questão.Ao mesmo tempo em que ela falava,linda com seus cabelos loiríssimos e corpo estonteante daqueles de fechar o trânsito, sentados em um restaurante em West hollywood,eu lembrava que ,quando vivi em Los Angeles, era o auge do Guns,como a maior banda de rock do mundo na época. E Era na minha escola de musica,o célebre GIT,onde os caras queriam ser não mais Eddie Van Halen ou Striani,fundadores da escola, mas sim Slash. Foi uma época marcante. O GNr ensaiava na Hell house, uma espelunca a 3 quadras da minha casa em Hollywood nos idos de 85,6 anos antes de eu andar por aquelas plagas.E o papo fluiu, e vocês podem ler agora,depois de alguns anos,e depois de pedir a permissão que demorou 2 anos, a íntegra,a intimidade,a verdade sobre uma banda e um cara que tiveram o mundo a seus pés. E a fonte escreveu o seguinte, abaixo:

''Alguns músicos de cabelo comprido misturavam-se com organizadores de shows vestidos com ternos, comendo medíocres guacamole e bebendo Cuervo. Os presentes estavam empilhados e o público de mais ou menos 40 pessoas provava o bolo, mas o convidado de honra, Axl Rose, que estava completando 37 anos, nunca apareceu. O seu empresário, Doug Goldstein, aquietou a sala. "Axl não virá", disse Goldstein. "Mas peçam o que quiserem e divirtam-se".
Essa história não é contada porque é considerada um exemplo de comportamento excêntrico ou rude da parte de Rose. É considerada emblemática do jeito que o cantor conduz a sua vida - apenas outra noite de um homem que já foi uma das maiores estrelas do rock no mundo. "Não é nada fora do usual", diz um amigo que estava no restaurante, rindo no estilo lá-vai-ele-novamente. "O típico Axl".

Exceto por algumas entrevistas no final do ano passado, junto ao lançamento do álbum ao vivo do Guns N’ Roses, e uma prisão em Phoenix em 1998, Rose permaneceu fora das vistas públicas desde 1994, quando o GN’R tossiu e parou. Por seis anos ele esteve trabalhando no próximo álbum do GN’R, que tem título provisório de Chinese Democracy. Nenhum dos membros originais da banda tocam no álbum. A maioria deles dificilmente falam com Rose. Ele passa a maior parte de seu tempo em estúdios de Los Angeles a atrás do portão de sua mansão, na seção Latigo Canyon de Malibu. Sua arrumadeira, Beta Lebeis, faz a maioria das compras e dirige. Axl lê, faz musculação, kickboxing, joga pinball, ensina a ele mesmo guitarra e computador, e tenta escrever letras.

Enquanto isso, o álbum de estréia do GN’R, Appetite For Destruction, lançado em 1987, continua marchando. O segundo álbum de estréia mais vendido na história do rock (15 milhões de cópias na última contagem), Appetite treze anos depois ainda vende notáveis 5.000 a 6.000 cópias por semana - mais de 200.000 unidades anualmente. GN’R tinham um estilo em 1987, de ódio e autenticidade, algum lugar entre o metal e o punk, que ainda agrada fãs de rock hoje. Mesmo no novo milênio, Appetite provavelmente toca dentro de mais Chevys turbinadas do que qualquer outro álbum de rock já feito.E não esqueçamos o principal: O guns são os donos da maior tourneé da história do rock, em arrecadação e números de shows e cidades, com a tour mundial de ""Use your ilusion""

Pode-se dividir a vida pública de Axl em dois períodos separados: antes de 1993, quando a banda original estava junta, e após-1993, depois da última gravação do grupo, The Spaghetti Incident?, uma pouco notável coleção de covers de punk rock. Onde quer que ele fosse naqueles anos de sua fama, Axl deixou para trás pessoas frustradas e nervosas. Ele ficou enterrado em litígio. As estantes nos escritórios da Corte Superior no centro de Los Angeles e em Santa Monica comprimem-se sob o peso de milhares de páginas de papéis legais envolvendo o GN’R e Axl que se acumularam com o passar dos anos, ações envolvendo reivindicações totalizando milhões de dólares. Isso sem mencionar assuntos relacionados a banda - ou a Rose - em Nevada, Arizona, Missouri, New York, Espanha, Inglaterra e Canadá.

Os documentos contam parte da história de como o Guns N’ Roses prosperou e fracassou, e eles dão uma figura do próprio Axl. A imagem que emerge é a de um homem complicado que pode ser sensível e engraçado mas que é também contralador e obsessivo e encrencado, um homem mudado pela fama e transtornado por traumas de infância que encara um futuro solitário rodeado por um pequeno círculo de parentes e amigos de infância. "Seu mundo é muito limitado", diz Doug Goldstein. "Ele não gostam de estar com muitas pessoas".

Axl é um homem lutando contra demônios e tomando medidas radicais para vencê-los. Ele tornou-se profundamente envolvido com regressões a vidas passadas, um ramo da psicoterapia que existe na Nova Era. "Axl", diz um amigo, "está procurando qualquer coisa que o dê felicidade".
Rico e famoso do jeito que ele ficou, amigos afirmam, Axl ainda se sente como uma vítima, vazio, um tanto perdido. "Ele parecia emocionalmente reservado e um pouco suspeito", diz o mago do techno Moby, que passou algum tempo com Axl na Califórnia em 1997. "Ele estava um pouco como um cachorro que apanhou". E Rose, segundo aqueles que o conhecem, continua "pendente" a uma de suas antigas namoradas: a top model Stephanie Seymour, agora casada com Peter Brant. Seymour e a ex-mulher de Axl, Erin Everly, acusaram Axl de bater nelas, o que ele nega.
Se os problemas emocionais e legais de Axl contribuíram para a dissolução do GN’R original, é uma questão de interpretação. Há uma pequena disputa, entretanto, sobre uma coisa que eles causaram: um grande atraso para terminar Chinese Democracy, que na realidade é um álbum solo de Axl Rose. Esse trabalho tem seis anos, uma sala cheia de músicos de estúdio e rumores de que a Interscope/Geffen gastou US$ 6 milhões para fazer o álbum. Ainda não está terminado, e provavelmente não estará tão cedo. "Muitas vezes, eu chegava no estúdio e não fazia idéia do que eu conseguiria", Rose falou a Rolling Stone em novembro passado quando ele tocou doze novas músicas. "Se você está lidando com assuntos que te deixam muito deprimidos, como você pode expressar isso?"
Pessoas que escutaram as novas músicas dizem que são fantásticas. "As músicas me lembraram dos melhores momentos do Pink Floyd nos anos 70, ou do Led Zeppelin mais tarde", diz Jim Barber, um ex-executivo da Geffen que trabalhou no projeto. "Não há nada no mercado desse tipo. Axl não passou os últimos anos se matando para escrever o Use Your Illusion novamente." Na estimativa do guitarrista Zakk Wylde, que esteve com a nova banda algumas vezes, "Axl é um cara muito esperto".
Mas nos meses recentes, o guitarrista Robin Finck e o baterista Josh Freese deixaram o projeto, assim como o engenheiro de computação Billy Howerdel. O guitarrista do Queen, Brian May, passou uma semana gravando com Axl e retornou para a Inglaterra. O guitarrista Buckethead, conhecido por usar na cabeça um balde do Kentucky Fried Chicken virado de cabeça para baixo, entrou em cena. Mas no momento, parece não haver um "novo" GN’R.

VISITANDO YODA
"Eu vou te socar aqui e agora... eu não dou a mínima pra quem vocês são. Vocês são só pessoas insignificantes."
Essa não é a letra de uma nova música do GN’R sobre advogados, talvez vindas dos velhos "discursos" de Axl em CD e dos palcos contra repórteres e fotógrafos e qualquer outro que não fizesse precisamente seu lançe. Essas palavras, diz o Departamento de Polícia de Phoenix, são o que Axl gritou ao pessoal da segurança no Aeroporto Internacional Sky Harbor em fevereiro de 1998, depois de que um funcionário pediu para revistar sua bagagem de mão. Ameaçado de prisão, Axl, viajando de jeans, um moletom vermelho e um boné cinza, respondeu, "Eu não dou a mínima. Só me coloque na porra da cadeia." Ele ficou algumas horas atrás das grades. O caso foi resolvido em 18 de fevereiro de 1999, quando Rose, por telefone, não contestou a acusação de perturbar a paz, e pagou uma multa de US$ 500.
Perdida no pequeno acontecimento da prisão estava a razão exata de Axl estar no aeroporto de Phoenix: Axl estava voltando de um lugar que ele visita freqüentemente - Sedona, na área dos canyons a uns 180 quilômetros norte de Phoenix, onde ele vê uma das mais importantes pessoas de seu mundo, uma psicóloga conhecida no  GN’R por.... Yoda.

Apesar de ninguém saber precisamente como ele se envolveu, pessoas que o conhecem dizem que Axl começou a visitar Sedona no começo dos anos 90, algumas vezes viajando com Beta, sua arrumadeira e faz tudo brasileira, ou Earl, seu guarda-costas. Muitos que acreditam em vidas passadas, reencarnação, OVNIs e o poder dos cristais passam por Sedona. A cidade é tão ligada nessas coisas, que acredita-se que alguns canyons sejam vórtices para energia masculina e outros para energia feminina. Nos supermercados de Sedona, compradores mostram cristais sobre morangos...coisas assim. 
Por quase uma década, Rose foi um poderoso, quase um evangélico na medicina homeopática. O mundo, na visão de Axl, é um lugar arriscado, habitado por doutores gananciosos afiliados à Associação Médica Americana que faz prescrições de perigosos remédios sintéticos. Quando o GN’R saía em turnê, homeopatas para a garganta de Axl estavam sempre a mão. Ele apresentou batidas de proteína a um GN’R mais acostumado a vodka e heroína.
As aflições da infância de Axl estão bem documentadas; ele não vem, como o próprio Axl poderia dizer, de um lugar saudável. Em 1992 Axl falou sobre quando descobriu, à idade de dezessete, que o homem que ele pensava que era seu verdadeiro pai era na verdade seu padastro. O pai biológico de Axl, William Rose, abandonou a família quando Axl tinha dois ano e acredita-se que ele está morto. Por terapia, diz Axl, ele recuperou memórias dele sendo espancado e abusado sexualmente quando criança. 
É contra esses traumas, em primeiro lugar, que Axl luta, e são essas esperiências que podem, em parte, serem culpadas por sua atitude hostil com as mulheres. Sua necessidade de consumista de controlestc... Um amigo diz, "Toda aquela bagagem vem à luz. Não é um assunto externo."

O nome real de Yoda é Sharon Maynard. Uma mulher asiática de meia idade, Maynard tem mais ou menos 1,60 m de altura, e tem um cabelo meio longo, escuro e encaracolado. Desde 1978 ela tem um negócio sem fins lucrativos em Sedona chamado Arcos Cielos Corp., que traduzido do Espanhol fica algo como "arcos do céu". A compania lista ela mesma como uma empresa "educacional". A Arcos Cielos opera fora da casa rural de Maynard em Sedona, a qual ela divide com seu marido, Elliot, um gentil homem grisálio. "Dr. Elliot e Sharon Maynard" aparecem ambos nos agradecimentos dos Use Your Illusion.
Sharon Maynard mantém descrição na cidade. "Ela é uma mulher muito quieta", diz um negociante local que tem laços com a comunidade da psicologia. Ninguém dos vendedores de livros e ourives com eu conversei conheciam ela, e o nome dela não estava na lista telefônica ou com o Centro para a Nova Era, onde uma grossa pasta cheia de psicológos e terapistas de vidas-passadas está disponível - e muitos daqueles listados estão disponíveis para consutas imediatas em cabines no andar de cima. Isso não é uma surpresa. Muito do trabalho psíquico em Sedona é feito por figuras quietas como Yoda que trabalham foram de casas privadas.


E a fonte contiunua:Enquanto é de costume para nossos funcionários mandar uma foto para um passe plastificado, com Axl outras coisas pareciam acontecer. Dizem que Doug Goldstein juntava fotos às ordens do cantor para avaliação psíquica. Em Sedona, alguns acham, Yoda examaniva estas fotos. O que querem de Axl então? Esta pessoa tem os melhores interesses em mente? Que tipo de energia elas transmitem?
Mandar uma foto para Axl para avaliação feita por Yoda, alguns dizem, coincidia com contratação no mundo do GN’R. Membros da banda, da equipe, executivos da gravadora - todos faziam isso. O procedimento ainda acontece. Um funcionário atual relembra, "Eu mandei minha foto. Todos ganham uma foto feita para um passe. As pessoas fazem piadas sobre as auras sendo lidas. Para que é isso? Ninguém sabia ao certo. Mas eu não conheço ninguém que ficou ’em conserva’ por qualquer outra coisa que não fosse fazer um bom trabalho." Segundo um músico-industrial com quem Axl recentemente trabalhou, Yoda pede fotos de filhos e filhas de pessoas no mundo de Axl.
Em fevereiro de 1998 no Arizona, Axl estava carregando alguns presentes que ele tinha recebido recentemente - "indo à psicóloga para análise", nas palavras de uma fonte que sabe bastante. Um item na sacola de Axl era uma grande esfera de vidro. Axl estava aparentemente com medo de que o pessoal da segurança quebrasse a esfera, e isso levou ao seu ataque de nervosismo e a sua prisão.
Qual a importância de Yoda para Axl? Um associado diz que a influência de Yoda, mesmo sendo importante, é temperada com a força da personalidade de Axl: "Ele não estava colocando a sua vida nas mãos de alguém com uma vela e um cristal. Eu digo isso com toda a certeza. Não é consistente com quem ele é. Ele faz suas próprias decisões."

Ainda assim, Yoda apareceu na turnê. "Ela veio com alguns de seus amigos", um membro da equipe relembra. "Uns caras engraçados: pessoas do Sul com sapatos engraçados. O visual deles não combinava; eles eram como aliens." Durante a turnê do GN’R com o Metallica nos EUA em 1992, Yoda aparentemente tornou-se preocupada com campos de energia rondando Minneapolis e pediu que não fosse marcado um show naquela cidade. Foi mais tarde marcado outro show, em um outro lugar de Minneapolis. "Axl tinha problemas", disse um outro membro da equipe de turnê, "em áreas do país que tinham uma alta concentração de campo-magnético".
Antes dos shows no Japão, seguindo um desejo de Yoda, informações sobre as fontes de poder atômico no país e sobre fontes de força no Tokyo Dome tiveram de ser coletadas. Uma fonte envolvida nesta missão disse que ele nunca entendeu precisamente para que aqueles dados foram usados: "Era algo sobre as forças magnéticas que existem no universo e onde estas coisas estão em comparação com onde o Axl estaria passando o seu tempo."
Axl às vezes também levava com a banda na estrada uma psicoterapeuta de Los Angeles chamada Suzzy London. Ela mantinha uma área dos camarins para ela e Axl. Ele a nomeou sua terapista, usando uma minisaia preta, no clipe "Don’t Cry".

Membros da banda e da equipe de turnê tinham visões diferentes dos vários conselheiros de Axl. Alguns mostravam grande respeito. Outros desprezavam eles. "Eles tiveram que acompanhar ele ao Japão para ter certeza que as ondas de má energia não o capturariam lá", diz um ex-funcionário. "Se tem show em algum lugar do mundo meio exótico, maravilhoso, os conselheiros geralmente tinham que ir a um ponto. Mas se fosse Kansas City, tudo estava bem. Quero dizer, foi em St. Louis que aconteceu aquele tumulto." Estavam eles com Axl em St. Louis? Nervoso com um fã em show no Riverport Amphitheater em 2 de julho de 1991, Rose pulou no meio da platéia, começando um tumulto que deixou mais de 50 pessoas feridas e causou mais de US$ 200.000 de danos.
Axl falou no passado sobre suas experiências com terapia de regrassão a vidas passadas. Uma sessão típica disse começa com hipnose. Durante uma psicoterapia tradicional, um paciente colocado em transe pode relembrar eventos traumáticos que foram reprimidos e que podem ficar na raiz de problemas emocionais atuais. A teoria Freudiana diz que reconhecer e enterder tais traumas, que geralmente ocorrem na infância, pode levar a cura.
Sob hipnose de um especialista em vidas passadas, o "campo" aumenta. Um paciente pode relembrar coisas mais antigas, em uma vida ou vidas que foram vividas centenas ou milhares de anos atrás, e discubrir traumas que ocorreram naquele tempo. Alguns pacientes podem falar na voz ou língua daquele ser morto há tempo, fosse ele um político romano ou um escravo de plantação.

Os crentes em vidas passadas tendem a acreditar que as pessoas vivem a vida de uma pessoa com diferentes incarnações do mesmo grupo de pessoas. Axl, de acordo com um confidente, acredita que ele e Stephanie Seymour estavam juntos em quinze ou dezesseis vidas passadas.
Após uma guerra de gritos com Kurt Cobain e Courtney Love nos bastidores do MTV Video Music Awards de 1992 no UCLA Pauley Pavilion, Axl disse a um amigo que Love estava tentando deixá-lo possesso. "Ele acredita que as pessoas estão sempre procurando uma janela para controlar sua energia", diz um amigo. Como Axl combate isso? "Controlando as pessoas que tem acesso a ele".
Após ele e Seymour terminarem o namoro, em 1992, a modelo começou a namorar Peter Brant. Axl, segundo um amigo, pediu a uns subordinados para obter uma foto da esposa de Brant, Sandra. Axl queria levar a foto para Yoda por uma razão específica, de acorodo com um ex-funcionário da Geffe: "Axl queria colocar um encanto em volta de Sandra para proteje-la de Peter, porque ele sentia que ela, também, tinha sido traída assim como ele, e ele tinha muita simpatia por ela." Seymour, naquele tempo com 26 anos, e Brant, com 48, casaram-se em Paris em 1995.
Mas mesmo assim Axl recebeu alguns conselhos bizarros ao passar dos anos. Após a ex-mulher de Axl, Erin Everly, a filha do cantor Don Everyly e a inspiração para o hit do GN’R "Sweet Child O’ Mine", processou Axl em 1994, acusando-o de atacá-la, Everly foi depor. Ela disse que Axl acreditava que ela e Seymour eram irmãs em uma vida passada e estavam "tentando matá-lo". Sobre o relacionamento dela com Axl, Everly disse, "Axl me disse que numa vida passada nós éramos todos índios e que eu matei nossos filhos, e é por isso que ele era tão mau para mim nesta vida."
Perguntaram a Everly, "Axl alguma vez te falou que ele estava possuído?""Sim", ela disse."Ele disse que estava possuído por o que?""John Bonham."
Bonham, o baterista do Led Zeppelin, morreu em 1980. Rose nega ter dito ele estava possuído por Bonham.
"Elas são as relações mais controladas," um amigo diz sobre as várias sessões de terapia de Axl. "Começa a uma certa hora, termina a uma certa hora, você paga, você pode parar de pagar e parar de ir. E enquanto você quiser alguém que te escute, enquanto você quiser alguém para dizer as coisas que você quer escutar, você pode pagá-las para fazer isso."

Às vezes, em uma comunidade New Age que envolve um certo número de charlatões, Axl foi levado aos limpadores. Durante seu casamento com Everly, Axl foi a um exorcismo. O exorcismo aparentemente não invoveu os padres e cruzes que os espectadores de televisão esperariam. "Era principalmente involvido com algum tipo de herva", Axl disse durante o caso Everly, algumas "funcionam na minha pele". O homem que fez esse procedimento cobrou US$ 72.000. Até Axl admitiu, "Eu acabei enganado e perdi muito dinheiro".

NO TOPO DA MONTANHA AXL
Por uma série de curvas fechadas e precipícios, Latigo Canyon Road vai algumas centenas de metros ao topo de um monte de ar seco perto da sessão Point Dume de Malibu, em L.A. O sol voa,inclina-se e ilumina o Oceano Pacífico e as casas de celebridades que lotam a praia baixo. Axl mora em uma mansão de estilo mediterrâneo que no ano passado foi avaliada em US$ 3,8 milhões, um preço típico para a vizinhança. Ele se mudou para o canion em 1992, pagando uma hipoteca de US$ 15.000 por mês. Latigo seria o lugar onde ele e Stephanie Seymour viveriam juntos como marido e mulher e criariam seus filhos.
Jardineiros cuidavam dos 4 acres de Axl, que era escondidos das vistas públicas por árvores e por uma cerca. Uma estrela acessa no lado da casa de Axl pode ser vista há quilômetros por motoristas na Pacific Coast Highway. Os vizinhos de Axl no monte incluem a estrela do volei de praia Gabrielle Reece.

O som da água caindo suaviza o chão, que também contém uma quadra de tênis e uma piscina. Quando Axl dá uma festa, a quadra vira um estacionamento. A própria casa está cheia de artefatos religiosos da América Latina, incluindo a vasta coleção de Axl de crucifixos. Axl joga pinball nas máquinas na sua sala de jogos. Desde a dissolução do GN’R, ele tem dividido o patrimônio com tanques cheios de cobras e aranhas e lagartos, e com vários amigos, membros da família e ajudantes. A irmã de Axl, Amy Bailey, que uma vez tinha um fã clube do GN’R, e um meio-irmão dele, Stuart Bailey, estiveram na casa uma vez ou outra. Beta, que já trabalhou como babá para Seymour, tomando conta de eu filho Dylan, é também a chofer. Ela também viaja com Axl; ela estava ao seu lado durante o ocorrido no aeroporto de Phoenix em 1998. "Beta é como uma mãe para ele", diz um amigo. "Ela é o mais perto que ele já esteve de uma mãe real".
David Lank, um amigo de Axl de Indiana e às vezes um colaborador do GN’R (ele co-escreveu "Don’t Damn Me", no Use Your Illusion I), passou um tempo na casa de Axl em Latigo. Sabrina Okamoto, uma massagista, também esteve na propriedade uma vez. Uma mulher de uns 30 anos, Okamoto encontrou membros do GN’R durante a turnê deles com o Skid Row em 1991; ela tornou-se a massagista de turnê do GN’R, e então trabalhou para Axl quando o Guns se separou. "Quando os amigos dele estavam precisando, ele ia lá para pagar a fiança," diz um ex-associado.
Axl dá uma festa a fantasia todo Dia das Bruxas para amigos e suas famílias. Enormes abóboras ficam ao redor da piscina, e teias de aranhas ficam penduradas nas árvores. Alguns labirintos e fortes construídos especialmente para a festa animam as crianças. Quase tão empolgado como uma criança, dizem que o próprio Axl gosta de brincar em cada uma das atrações. Os convidados tem a impressão de que Axl está tentando re-criar sua própria infância, embora seja uma melhor da que ele realmente teve. A cena do Dias as Bruxas nos últimos anos não são mais o que já foram. "As festas dele estão ficando cada vez menores", relembra um convidado recente. "Um mundo em constante encolhimento".

No último Dia das Bruxas, Axl apareceu vestido de porco, assustando algumas das crianças presentes. Os convidados serviam-se à vontade de massa e galinha assada; o rock n’ roll alto fez a conversação ficar difícil.
Axl geralmente dorme durante o dia e trabalha a noite. Beta ou o filho dela leva Axl de carro até o Rumbo Recorders no vale San Fernando, onde as sessões de gravação para a sequência do GN’R do Spaghetti Incident? acontecem há anos. Ultimamente, Axl conduz a maioria de seus negócios por telefone.
Grande parte dos negócios não-musicais e não-espirituais e Axl lidam com estratégias legais. Fora sua disputa com Everly, outras coisas aconteceram: ele terminou no tribunal contra Seymour; o baterista original da banda, Steven Adler; o guitarrista substituto Gilby Clarke; e várias companias que tinham negócios com a banda. Ultimamente, Axl tem usado ameaças de ações legais para limitar o que as pessoas falam sobre ele. Alguns dias após eu ter conversado com Alan Niven, o ex-empresário do GN’R, que foi despedido em 1991, Doug Goldstein me ligou, ameaçando processar Niven por quebrar um acordo de confidência. Niven mais tarde recebeu uma carta do advogado pessoal de Axl em Los Angeles, mandando ele contactar a Rolling Stone e tentar retirar os seus comentários. Se ele não fizesse isso, avisou o advogado de Axl, o resultado seria "uma ação legal rápida e certa."


CHINESE DEMOCRACY
No começo dos anos 90, Axl pediu e conseguiu controle sobre o nome Guns N’ Roses. Quando lembramos de onde e quando precisamente isso aconteceu, as memórias ficam um pouco borradas e contraditórias, talvez perdidas na névoa da memória do rock n’ roll. Dizem que Axl, em um lugar nos bastidores, deu um ultimat ele teria o nome da banda para ele, ou ele não subiria ao palco para o show. Papéis oficializando essa transferência foram providenciados, e o guitarrista Slash e o baixista Duff McKagan assinaram eles.
Por que importava tanto? Axl, Slash e Duff seriam sempre, parecia, o três inseparáveis. Dinheiro estava por toda a parte. O Guns N’ Roses teve um lucro bruto de US$ 57,9 milhões de súbito, nos quatro anos de 1988 a 1992, de acordo com documentos produzidos durante o caso Adler. Os gastos eram muitos - video clipes caros, tudo de primeira classe nas viagens, todos os excessos das estrelas do rock - mas um lucro bruto de US$ 57,9 milhões naquele período de tempo para uma banda relativamente nova é muito difícil acontecer na história do rock n’ roll. Os Rolling Stones não faziam tanto dinheiro até após muitos anos de carreira. David Bowie levantou US$ 55 milhões em 1997 juntando as vendas de seus primeiros 25 álbuns. O Grateful Dead ganhou entre US$ 40 e 50 milhões em 1 ano de turnê mas não até 1990, após eles estarem juntos por mais de 20 anos.

Após uma comissão de 17,5 % para a direção, Axl e seus companheiros de banda dividiram o dinheiro de acordo com uma fórmula específica, que Axl descreveu uma vez no tribunal. Durante a pré-produção do Appetite, Axl disse, "Slash criou um sistema de descobrir quem escreveu quis partes das músicas ou de uma música. Havia quatro categorias, eu acho. Havia letras, melodia, música - sendo guitarras, baixo e bateria - e acompanhamento e arranjo. E nós dividíamos cada uma daquelas em 25%... Quando nós tinhamos terminado, eu tinha 41%, e os outros tinham quantias diferentes".
Axl, com Slash, sempre controlou a maioria dos assuntos da banda. Naquele tempo, Axl tinha controle total. O GN’R começou a trabalhar em um novo álbum de material novo, dispondo de uns US$ 10 milhões, segundo cálculos da Geffen - tipo de dinheiro de Madonna.
O GN’R lançou seu quinto álbum, The Spaghetti Incident?, em novembro de 1993. Vendeu bem, mas nada como Appetite ou os álbuns Illusion. A banda começou a desmembrar-se enquanto Axl passava mais tempo nos tribunais. Ele e Seymour brigaram violentamente em casa em Malibu e terminaram o namoro. Axl estava arrasado; ele queria casar com ela. "A separação teve um enorme efeito sobre ele", diz um amigo. "Foi a primeira vez na vida dele que ele tinha estabilidade. E depois ele não tinha nada."
Processos iam e vinham. Seymour acusava Axl de ter batido nela. Axl alegou que foi ela quem atacou ele. Segundo a versão de Seymour dos eventos, após uma discussão na cozinha dele, Axl quebrou algumas garrafas no chão, agarrou Seymour pela garganta, deu um "cadiado" na cabeça dela e arrastou ela de pés no chão pelos cacos de vidro "enquanto batia repetidamente na sua cabeça e peito e chutando ela no abdomem". A história de Axl é que Seymour agarrou suas bolas e ele estava só se defendendo.

Erin Everly, há tempo fora da vida de Axl, logo entrou na briga também, fazendo um processo próprio em 1994. Em um depoimento, o companheiro de quarto de Everly, Meegan Hodges-Knight, a ex-namorada de Slash, relembrou alguns encontros disturbantes com Axl. "Eu acordava com Erin dizendo, ’Por favor pare. Não me machuque, não me machuque,’ e Axl gritando com ela", Hodge-Knight disse. "E daí de repente e começava a quebrar as preciosas antigüidades dela, e ela dizia, ’Por favor não quebre elas, por favo,’ e tentando tirá-las dele. E ele empurrava ela e quebrava tudo que ele tocava.
"Eu lembro estar dormindo e acordar com cristais voando por cima da minha cabeça, espatifando-se no chão."
Às vezes, Slash estava lá quando Axl brigava com Erin.
"Eu lembro de ter pedido a Slash para fazer alguma coisa, ou eu faria alguma coisa," Hodges-Knight lembrou. "Eu disse, ’Eu tenho que fazer alguma coisa’, ou algo assim. E ele dizia, ’Não, você só vai piorar as coisas’ ".
Hodges-Knight disse que Axl chutava Everly com suas botas de cowboy, e arrastava ela pelos cabelos numa noite em que ela vestia um sutiã transparente e calcinha, jogou uma televisão nela (que não acertou ela) e cuspiu nela. "Aquele porco", ela disse, "Ele cuspiu nela."
A própria Everly disse que Axl atacou-a sexualmente. Ela descreveu um dia em que Axl pediu a ela para tirar o biquini que ela vestia, e depois ele amarrou as mãos dela aos calcanhares por trás, colocou uma fita adesiva na boca dela e uma bandana nos seus olhos, e levou-a, nua, pra dentro do armário, onde ela ficou por várias horas enquanto Axl falava com um amigo dela na sala.
Mais tarde, segundo Everly, Axl desamarrou ela, levantou-a e amarrou-a, com a face virada para baixo, numa cama. E daí, "ele se forçou analmente em mim comta força. Muita força."
"Você estava gritando?" ela foi perguntada."Sim"."Quando tempo durou?""Eu não lembro"."O que aconteceu quando tinha acabado?""Ele tirou e colocou na minha boca."
Uma versão não lançada do clipe "It’s So Easy", dirigida por Nigel Dick, tem Everly com uma bola vermelha na sua boca, enquanto Axl grita, "See me hit you! You fall down!" (Veja eu te acertando! Você cai no chão!). O cantor, segundo um ex-associado, juntou as poucas cópias existentes da fita após Everly foi aos tribunais contra ele.
Ambos os casos foram eventualmente acertados. O advogado de Seymour, Michal Plonsker, não faz comentários, só diz que o processo foi resolvido "amigavelmente". Apesar das suas acusações de machucados e abuso, nem Erin Everly nem Stephanie Seymour preencheram acusações criminais contra Axl Rose em conexão com os eventos descritos.
O substituto do guitarrista Izzy Stradlin, Gilby Clarke, enquanto isso, saía da banda. E juntava-se a ela novamente. E saía de novo. "Como você deve saber, Gilby foi despedido pelo menos três vezes pela banda no úlimo mês e foi recontratado pelo menos duas vezes," escreveu o advogado de Clarke, Jeffrey Light, em 14 de abril de 1994, em carta ao advogado do GN’R, Laurie Soriano. Após não receber os direitos que ele dizia serem dele, Clarke processou a banda em 1995. Clarke diz que ele não queria ir aos tribunais mas decidiu fazê-lo porque ninguém no GN’R retornava as suas ligações. O GN’R processou ele também. O assunto foi resolvido com um pagamento não revelado a Clarke.
Sem ter certeza das intenções de Axl, Slash e Duff entraram em seus próprios projetos. Slash, Duff e o baterista Matt Sorum participaram de várias sessões de gravação para o novo álbum. Completando, estava o leal tecladista do GN’R, Dizzy Reed, e o velho amigo de Axl, guitarrista Paul Huge. Paul é parte da equipe de Axl e David Lank. Slash e Duff não se acertaram com ele. "Um cara legal", diz um amigo dos três músicos. "Mas eles são o Guns N’ Roses, por Deus do céu - ótima banda, ótimos músicos. Ele não é tão bom assim. Não tem capacidade." Em 1996, Slash saiu. Sorum foi despedido. Duff ficou até o fim de 1997, e depois saiu de desgosto. "O álbum não ia a lugar nenhum, " diz uma fonte do GN’R. "Duff chegou a um ponto em que ele disse, ’Eu não mais preciso disso na minha vida. Isso é muito maluco. Isso é rock & roll. É pra ser divertido’ ".
Slash está bravo, agora, por ceder os direitos sobre o nome GN’R. "Eu estava cegado por ele, mais ou menos uma gafe legal," ele reclamou ao serviço de notícias na Internet Addicted To Noise, em janeiro de 1997. "Eu mentiria se dissesse que não fiquei um pouco irritado com aquilo. Isso seria uma coisa se eu desistisse no total. Mas eu não disisti, e o fato de que ele pode realmente gravar um novo álbum do GN’R sem o consentimento dos outros membros da banda..."
Slash continuou, "O estilo todo visionário de Axl, assim como seu investimento no Guns N’ Roses, é completamente diferente do meu. Eu só gosto de tocar guitarra, escrever um bom riff, tocar ao vivo, ao contrário de apresentar uma imagem."
A relação entre Axl e Slash, e o fundamento da banda, permanace profundamente rachado, apesar de Slash nunca ter fechado a porta em voltar a banda. Os dois homens não se falam há quatro anos. Quando no ano passado ocorria o trabalho no esperado e atrasado álbum duplo ao vivo do GN’R, Live Era ’87 - ’93, Axl e Slash interagiam apenas por seus respectivos empresários, Goldstein e Tom Maher. "Era muito estranho", diz uma fonte. "Slash e Duff se juntavam para trabalhar no álbum, e mandavam os CDs para Axl. Ele nunca vinha ao estúdio enquanto eles estavam lá. Era tudo feito em turnos."

Parece que além de uma conexão que Axl tem com Beta, Yoda e Bert Deixler, seu advogado, o relacionamento de Axl com Doug Goldstein é uma das poucas em que o cantor mudou o seu jeito para manter. Um ex-segurança do Air Supplu, Goldstein juntou-se ao GN’R como empresário de turnê em 1987 e evemtualmente tomou posso da direção da banda quando Alan Niven foi despedido em 1991. Goldstein opera a Big F.D. Entertainment em Newport Beach, Califórnia. Além de Axl, a BFD tem como clientes Chris Perez, o viúvo de Selena, a banda de metal Jack Off Jill. Goldstein se concentra principalmente em Axl. "Se Axl diz, ’Pule’, ele diz, ’Tudo bem,’ " diz uma fonte da indústria musical. "Se ele está no ar, ele diz, ’Mais alto?’ "
Finalmente lançado em novembro passado após longos atrasos, Live Era não foi o sucesso que todos esperavam que fosse. As vendas são abaixo do esperad 403.000 unidades até o começo de abril. Propaganda para o álbum foi limitada a televisão e cartazes. Ouve no máximo uma outra palavra dos velhos membros da banda - seguindo, alguns acreditam, um decreto de Axl.
Para o novo álbum de estúdio do GN’R, Axl empregou uma legião de músicos talentosos do espectro da música popular: Tommy Stinson, o ex-baixista do Replacement; Dave Abbruzzese, o ex-baterista do Pearl Jam; Robin Finck do Nine Inch Nails; Dave Navarro, ex-guitarrista do Jane’s Addiction; Josh Freese dos Vandals; e Zakk Wylde da banda de Ozzy Osbourne. Eles tocaram no Complex em Los Angeles no Rumbo Recorders por semanas e meses de uma vez só, geralmente à noite. Axl trouxe um showroom cheio de guitarras e efeitos. "É uma convenção musical-instrumental," um observador diz. "Ele tem mais botões, teclados, cordas, fios e madeira lá do que você poderia possivelmente imaginar que pudesse ser fabricado." Do equipamento de guitarra do Axl, Abbruzzese lembra, "Você poderia caçar búfalos com aquele equipamento. Tinha várias luzes, luzes piscantes, muitas coisas em que você pisava. Soava como um trem de carga tocável."

Axl foi distraído por eventos trágicos, potencialmente trágicos e estranhos. Sua mãe, Sharon Bailey, morrey em maio de 1996 aos 51 anos. Em maio do ano seguinte, o velho amigo de Axl e letrista companheiro West Arkeen morreu de overdose de drogas aos 36 anos. Um visitante freqüente do estúdio diz, "Quando o aniversário de Stephanie Seymour estava perto, Axl parecia se desligar por semanas. Muito deste álbum é sobre Stephanie. Ela era sua mulher perfeita, pelo menos a sua imagem do que ela deveria ser."
Mesmo que muitas noites passaram quando pouca coisa foi conseguida, Axl era quase sempre todo negócios no estúdio. Uso excessivo de drogas e álcool foi deixado pra trás. Axl compôs ao piano. Os outros músicos contribuíam com idéias e riffs, mas Axl estava claramente no controle.
Quando Zakk Wylde chegou no Complex, onde Axl estava ensaiando, ele estava um pouco surpreso. "Nunca havia nenhuma melodia", Wylde relembra. "Nunca havia letras". A música que Wylde escutou durante um período de vários meses soava como "Guns usando anabolizantes". Wylde ficou sentido por Axl. "O pobre rapaz tinha todas as mulheres tentando processá-lo", Wylde diz. "Eu estava no telefone com ele. Ele me contava sobre todos os movimentos estratégicos que seus advogados estavam fazendo." Wylde saiu para gravar com sua nova banda, Black Label Society.

"Eles estavam tentando juntas idéias, ver quem era compatível com quem," diz o ex-baterista do Nine Inch Nails, Chirs Vrenna, que entrou no estúdio para algumas sessões no começo de 1997 quando jams aconteciam tarde da noite (das 22:00 às 6:00 da manhã) no Complex. Vrenna deixou o projeto para trabalhar em um álbum próprio. "Seria um longo período de dedicação", Vrenna diz. "Não havia uma formação fixa. Axl tinha uma direção definida que ele queria seguir, mas naquele tempo não havia nem uma música ainda."
Produtores iam e vinham como entregadores de pizza: Youth, Moby, Mike Clink e Sean Beaven. Os problema legais de Axl continuavam a distraí-lo. Finalmente, uma parede cheia de fitas, horas e horas de rascunhos de música, riffs, idéias, acumuladas. Dizem que parte da música parecia U2 durante o seu período Achtung Baby, poderosa e melódica. Alguns disseram que parecia Nine Inch Nails ou Nirvana. Um turnê estava no horizonte. Todas as novas músicas, Axl anunciou, teria de funcionar ao vivo.
"Eu achei difícil manter um desenvolvimento linear das músicas nas quais eles estavam trabalhando," lembra Moby. "Eles trabalhavam em algo, seria um rascunho por um tempo, e daí eles colocavam aquilo de lado voltavam àquilo um ano, seis meses mais tarde.

"Ele tornou-se um pouco defensivo quando eu lhe perguntei sobre os vocais. Ele simplesmente disse que ia chegar a eles eventualmente," Moby continua. "Eu não ficaria supreso se o álbum nunca fosse lançado, eles estão trabalhando nele por tanto tempo."
Eu perguntei a Moby se Axl parecia em paz. Moby pensou cuidadosamente. "Ele parecia ter uma idéia do que estar em paz seria, e ele estava trabalhando naquilo."
O álbum de Axl iria lidar com o assunto de violência doméstica. Então veio a fofoca da indústria. "É música do Guns N’ Roses", Goldstein diz. "Há rumores que será um álbum techno. É o que o Guns N’ Roses sempre foi: diversificado." Jim Barber, o ex-executivo da Geffen, relembra, "Um artista (como Axl) que teve tanto sucesso com o Guns N’ Roses como ele tem chega a um ponto de sua carreira em que ele pode firmar um som e fazê-lo várias e várias vezes, geralmente com cada vez menos retornos. Axl está determinado a não fazer isso. Há uma certa crueldade em pressionar o Guns N’ Roses para crescer, e encontrar profundidade na música deles, e evoluir."
Um novo single, "Oh My God", foi lançado em novembro passado como parte da trilha sonora do filme End Of Days (Fim Dos Dias). Mesmo sendo o primeiro material novo da banda lançado nos últimos seis anos, a música desapareceu sem deixar rastros.
Musicalmente, pelo menos, Axl parece ter o que ele quer: controle completo. Se o novo álbum do GN’R tornar-se um hit espetacular, o atraso de seis anos na produção e os milhões gastos nele não importarão. Axl terá provado o contrário aos que duvidavam dele e provavelmente terá também acabado com qualquer esperança de que a banda original junte-se novamente. Mas há uma coisa como ter muito controle.

"Um dos aspectos de ser megalomaníaco é o descobrimento de que às vezes estar em uma situação decisiva não é tão agradável quanto você pode pensar," diz uma fonte. "Quando você tem um sistema de suporte e decisões são feitas comunmente e rapidamente, as coisas se mexem. Há energia. Torna-se vivo, torna-se real. Quando você está por conta própria, você dirige sozinho, você faz as decisões sozinho. Você senta e se preocupa com aquilo."
Em agosto, o guitarrista Robin Finck saiu abruptamente do GN’R para voltar ao Nine Inch Nails. Axl pediu que algumas partes que Finck havia gravado fossem apagadas. Em março, o baterista Josh Freese partiu para se concentrar em outros projetos, incluindo um álbum solo, que deve ser lançado em julho, e uma turnê com A Perfect Circle abrindo para o Nine Inch Nails. Nem Finck nem Freese discutem o que aconteceu.
Se Chinese Democracy sai ou não, o próprio Axl, amigos dizem, parece mais saudável, menos nervoso - a ainda um labirinto de contradições. Ele gosta de pensar que ele faz todas as decisões na sua vida, mesmo que ele escute com atenção os conselheiros de New Age. Ele acha que o mundo gira em torno dele, mas ele recusa a maioria dos pedidos para falar publicamente sobre ele mesmo. Ele acredita em justiça, mas ele não acredita que ele tem que ser justo. Ele pode ser um observador incisivo das fraquezas humanas em suas músicas, mas quando falando de sua própria conduta, ele tem pouca perspectiva. "É muito fácil de se odiar o Axl, e ele não entende porquê disso," um amigo observa. "Ele vive em um mundo de fantasia, um universo paralelo. Ele é centrado nele mesmo, como uma criança, mas não é tão ingênuo. Quando ele chama, tudo o que ele quer falar é sobre seu álbum e como a Interscope não arruma as coisas para ele."
"Uma família é tudo o que Axl mais quer na sua vida," diz um outro amigo. "Ele quer achar nele mesmo a abilidade de mostrar afeição. Ele é muito, muito incapaz de mostrar gratidão e afeição."
Enquanto ele fica na sua montanha, atrás da sua cerca, rumores rondam o apetite pelo seu retorno cresce. Cresce mesmo? Quanto da audiência do GN’R ainda resta? Quem quer assitir um show do GN’R que vai provavelmente incluir somente um dos fundadores: o próprio Sr. Rose?
Em 22 de setembro, Axl mandou um pronunciamento, seu primeiro em anos. O documento era um tanto áspero (Axl se referia a Matt Sorum como um "ex-empregado"), engraçado ("Poder às pessoas, paz e culpem o Canadá", ele assinou) e incompreensível. Seu fraseamento e sintaxe soaram como o tipo de coisa que você esperaria de um homem que está há tempo imerso em livros de auto-ajuda e há tempo isolado do mundo. Axl anunciou, "OH MY GOD etc. lida com a repressão social de emoções profundas e geralmente agonizantes - algumas podendo ser aceitas por uma pessoa ou outra - a expressão apropriada a qual (alguém que promove uma solução que cure, livre e seja positiva) é muitas vezes desencorajada e negada." Seja lá o que isso significa. "A expressão apropriada e veículo para tais emoções e conceitos não é algo tirado para doação".
Axl, nos últimos meses, prometeu, por seu empresário, tirar uma folga no seu calendário de gravações e escrever exclusivamente para a Rolling Stone a sua versão de como e porque o Guns N’ Roses se separou. Meses passaram, e essa missiva nunca se materializou. Então, de uma hora para outra,Doug Goldstein proclamou:

"Boas notícias!" Axl estava pronto para entregar uma redação de mais de 10.000 palavras. Um dia depois, Goldstein desfez aquela promessa e terminou toda comunicação com a Rolling Stone.
Axl talvez ainda não saiba quem ele é. Essa busca continua. Ele sabe o suficiente para ainda estar no poder. Ultimamente, essa possa ser sua vitória e seu feitiço. Há apenas uma coisa certa no mundo de Axl agora. Quando, e se, seu novo álbum sair, ele terá de tomar resposabilidade completa sobre ele. Ninguém mais terá o crédito ou a culpa.

David Bowie se exilou em Berlim nos anos 70, e Berlim o motivou. Trabalhando com Brian Eno, Bowie fez três de seus melhores álbuns, Low, "Heroes" e Lodger. Após a turnê do The Doors de 1970, Jim Morrison voltou a Paris para descansar, escrever poesia, caminhar nas ruas e considerar novos desafios. Para Axl Rose, o arco de sua fica continua preso, adoecendo perto de seu ponto alto em 1993. Um exílio imposto por ele mesmo parece ter falhado. Ao contrário de Bowie e Morrison, Axl Rose não procurou um novo ambiente para inspiração e salvação. Ele só olhou para dentro. Ele foi pra dentro de si próprio, voltando a um quarto sem ar do qual ele ainda há de emergir''.

Tuesday, October 27, 2015

A REVOLUÇÃO CHEGOU PRA FICAR: A ERA DA MÚSICA GRÁTIS.

Aquele amigo que começou a se desfazer de sua preciosa coleção de discos e só acredita no streaming. Um primo que lotou HDs e CDs virgem com MP3 e hoje se vê com um quartinho cheio de entulho. Um conhecido que descobriu milhares de novidades e agora só quer saber de bandas experimentais da Islândia – e em vinil. Se você esteve na internet durante o fim da década de 1990 e o começo dos anos 2000, provavelmente pôde conhecer alguns desses personagens – ou talvez até seja algum deles. Há, no entanto, personagens importantes que você não conhece.
Pode parecer até o início de uma piada ruim, mas um engenheiro de som alemão, um empresário da música e um operário de uma fábrica de discos do sul dos Estados Unidos são os responsáveis pela mudança na forma como ouvimos (e consumimos) nossas canções favoritas hoje. Sem desfecho sem graça, mas com muito bom humor, o jornalista norte-americano Stephen Witt explica como esses três caras – Karlheinz Brandeburg, Doug Morris e Dell Glover, respectivamente – fizeram essas mudanças (um pouco sem querer) em “Como a Música Ficou Grátis” (“How Music Got Free” no original), trabalho obrigatório publicado em julho deste ano pela Intrínseca com tradução de Andrea Gottlieb de Castro Neves e 272 páginas.
Colaborador da revista americana New Yorker, Stephen Witt usa uma estrutura digna dos melhores thrillers hollywoodianos para contar a história de como o MP3 foi criado e se tornou o formato padrão para o vazamento e a propagação da música na internet nos últimos 20 anos. Tudo começa dentro dos laboratórios do Instituto Fraunhofer, com a equipe liderada por Karlheinz Brandenburg tentando descobrir um novo algoritmo para transmitir música de forma digital sem que ela perca a qualidade. É um começo árido, entre guerras de patentes e muita briga entre burocratas e cientistas, mas que vale a pena. Praticamente derrotado nos comitês de padronização de formatos, o MP3 encontraria seu sucesso (e daria muito dinheiro aos donos de suas patentes) justamente por auxiliar usuários de todo mundo a quebrar os direitos autorais… da indústria da música.
A indústria da música, por sua vez, é muito bem representada por Doug Morris: alto executivo de gravadoras como Time-Warner e Polygram, Morris aparece ao longo do livro para ilustrar os altos e baixos que o setor fonográfico viveu nas últimas duas décadas. Da histeria do auge do CD – seja nos inúmeros e lucrativos relançamentos ou na descoberta dos rappers que pareciam pequenas minas de ouro – à derrocada da mídia física, passando pelas brigas entre bandas e os sites de compartilhamento (um abraço, Shawn Fanning!), Morris é um personagem importantíssimo nessa trajetória. Acompanhá-lo ao longo de “Como a Música Ficou Grátis” é, por vezes, ver um filme cujo protagonista é o (ou parece ser) o vilão da história, tentando a todo custo fazer o fã de música gastar o seu rico dinheirinho.
Só pela história de Morris e Brandenburg (e de outros altos executivos, inovadores e celebridades como Steve Jobs e Jay-Z), “Como a Música Ficou Grátis” já valeria a pena por seu texto envolvente e muito bem explicativo. No entanto, é ao contar a história de Dell Glover que o livro se torna uma aula de jornalismo: fã de rap, motocicletas e de tatuagens, Glover era apenas um dos muitos operários da fábrica de CDs da PolyGram na Carolina do Norte nos anos 1990. Para sustentar seus muitos hobbies, no entanto, Glover logo percebeu que tinha uma mina de ouro ao alcance das mãos e de um drive de gravação de CDs: com a ajuda de colegas, ele logo se tornou um dos maiores vendedores de discos piratas das redondezas.
Não era o bastante: ao longo de uma década, ele se tornaria um dos principais vazadores de álbuns em MP3 do mundo, abastecendo uma cadeia que saía de grupos fechados e selecionados de hackers e experts em música para o universo altamente compartilhado dos programas de peer-to-peer como Napster, KaZaa, LimeWire e Soulseek. Ao perfilar Glover com uma proximidade intensa, Witt traz a seu livro uma história inesperada sobre como discos guardados a sete chaves – lembra do rolo que aconteceu após o vazamento de “St. Anger”, do Metallica? – chegavam aos internautas de todo o mundo, decifrando um enigma que fazia gente como Morris arrancar os cabelos.
“Como a Música Ficou Grátis” não tenta traçar um panorama amplo da música hoje em dia, nem tenta refletir com bola de cristal se a aposta da indústria fonográfica nos serviços de streaming vai dar certo ou errado (shake it off, Taylor!). Pode parecer uma falha, mas é um ótimo serviço: com boas histórias e apuração competente (que avança até as investigações do FBI para punir os vazadores e o aparecimento do YouTube como uma lucrativa plataforma de música), Stephen Witt faz muito mais para quem quer entender o negócio da música nos tempos de hoje, em uma trama cheia de coadjuvantes de luxo, reviravoltas e sacadas inteligentes. Se você é fã de música (como alguns dos personagens lá de cima ou a maioria dos leitores do Scream & Yell), não hesite em pegar esse livro pela mão e lê-lo até o final. O resto (não) é silêncio.

Saturday, October 24, 2015

GILBERTO GIL MORA NO IPHONE DE LEONARDO LEO.
Você já baixou Gilberto Gil? Baixei hoje, em meu terreiro de Cupertino. Até aqui, Cupertino era a cidade mais cool da Califórnia, onde a Apple inventa e desenha seus mágicos produtos. Depois que baixei o app do Gil, Cupertino virou nome de cidade do interior da Bahia. Gilberto Gil veio morar no meu iPhone. Já morei em Tantos lugares e sempre o ouvi. Sua poesia sempre rodeou minha vida em seus diversos momentos.... bons e ruins, fazendo os ruins serem menos ruins e muito breves também.
A música  te dá isso: para quem consegue, é um "flit paralisante, como dizia o poeta Cazuza, que anula o baixo astral e te dá as imagens, os sabores.
Agora moro entre a California, Rio e Londres  (RISOS),esta uma cidade muito mais gentil comigo do que foi com ele.Enfim....Dia desses, no trajeto de volta para casa vindo pelo Hyde Park, Tentei fazer um reparo,e dei aos famosos tijolos londrinos apressados na janela do taxi uma canção cheia de abraços.
 pois é, vi que lançaram o app do Gil. Baixei, e pude ver suas fotos, biografia, todas as canções para ler e ouvir, notícias suas. Um reencontro daquela história com essa cidade, daquele tempo com este. Do mar de Ipanema (meu bairro de cria),da terra do Mickey (onde também morei) e aqui a terra da Rainha. Da cibernética no aeroporto de Los Angeles (minha segunda cidade do coração)com a tecnologia de Cupertino. Da ginga de Realengo ao sarcasmo e frieza ingleses. Enfim....Eu carrego Gil no bolso. Eu escolhi meu nome Artístico, pseudônimo, só para imitar Gil, por sugestão de Tim Maia....assim como Cazuza me disse uma vez em uma mesa de bar no baixo Leblon que imitava Luiz Melodia e Angela Ro Ro. sua voz carrega tudo isso. Nossas vidas e nossas cidades sem cheiro de passado.
13 COISAS PARA SE LEMBRAR QUANDO A SUA VIDA ESTIVER DIFÍCIL
As coisas perderam o sentido para você? Aqui estão algumas dicas que podem ajudar Todos nós passamos por momentos difíceis. No entanto, alguns passam por esses momentos difíceis melhores do que outros.
Então, qual é o segredo? A maior parte tem a ver com atitude.
Então, aqui estão 13 coisas para se lembrar quando a vida ficar difícil.

#1. As coisas são o que são
O famoso ditado de Buda nos diz que “é a nossa resistência às coisas que causa nosso sofrimento”.
Pense nisso por 1 minuto. Isso significa que o nosso sofrimento só ocorre quando resistimos às coisas como elas são. Se você pode mudar alguma coisa, então aja em conformidade. Mude.
Mas, se você não pode mudar, então nos restam 2 opções: Aceitar e deixar a negatividade para lá.
Nos tornarmos miseravelmente obcecados com o sofrimento.

#2. Se você acha que tem um problema, você tem um problema
Muitas vezes nós somos o nosso pior inimigo. A felicidade depende realmente de nossa perspectiva.
Se você acha que algo é um problema, então seus pensamentos e emoções serão negativos. Mas você acha que está passando por algo que pode aprender, então, de repente, isso não é mais um problema.

#3. A mudança começa em você mesmo
O seu mundo exterior é um reflexo do seu mundo interior. Você não conhece pessoas que as vidas são caóticas e estressantes? E não é verdade que, em grande parte elas se sentem assim por dentro?
Nós gostamos de pensar que as mudanças em nossa rotina nos mudam. Mas, dando um passo atrás, precisamos mudar a nós mesmos antes que as circunstâncias mudem.

#4. Não existe aprendizagem maior do que falhar
Você deve eliminar a palavra fracasso de seu vocabulário. Todas as grandes pessoas que já alcançaram alguma coisa falharam.
Thomas Edison disse algo como “eu não falhei em inventar a lâmpada, eu encontrei primeiramente, 99 maneiras de que a ideia não funcionava”.
Tire as chamadas falhas do caminho e aprenda alguma coisa com elas. Depois disso, aprenda como fazer melhor da próxima vez.

#5. Se algo não acontece como planejado, significa que o melhor aconteceu
Isso é bem difícil de acreditar, mas é a mais pura verdade. Normalmente, quando olhamos para trás em nossa vida, somos capazes de ver por que essa era a melhor alternativa.
Talvez o trabalho que você não conseguiu teria feito você passar mais tempo longe da sua família, e o que você conseguiu era mais flexível. Apenas tenha fé que tudo acontece exatamente do jeito que deveria.

#6. Aprecie o presente
Este momento nunca voltará. E há sempre algo preciso a cada momento. Então não deixe passar por você em branco.
Em breve será apenas uma lembrança. Mesmo que momentos que não parecem felizes possam ser encarados como algo que você pode perder, algum dia.

#7. Deixe o desejo de lado
A maioria das pessoas vivem com a mente anexada a desejos. Isso significam que nossas mentes ficam ligadas a um desejo e quando não realizamos esses desejos, nossas emoções despencam em negatividade.
Em vez disso, tente praticar uma mente isolada. Isso significa que, quando você quer algo, você ainda será feliz conseguindo ou não. Faça com que suas emoções permaneçam felizes ou neutras.

#8. Compreenda e seja grato por seus medos
O medo pode ser um grande professor. E vencer o medo também pode fazer você se sentir vitorioso.
Por exemplo, muita gente tem medo de falar em público (esse é um dos 3 principais medos dos seres humanos). Então, quando você perder o medo e conseguir falar de maneira bem humorada na frente de todos, vai se sentir vitorioso.
Superar seus medos requer apenas prática. O medo é apenas uma ilusão e, acima de tudo, é opcional.

#9. Experimente a alegria
Acredite ou não, muitas pessoas não deixam de se divertir com o que acontece ao seu redor. E, muitas vezes essas pessoas nem sabem porque se divertem nessas situações.
Algumas pessoas são realmente viciadas em seus problemas e o caos envolvido nisso tudo faz com que eles nem saibam quem são.
Portanto, permita-se ser feliz. Mesmo que seja apenas por um breve momento, é importante se concentrar em alegria, e não em dificuldades.

#10. Não se compare com os outros
Mas se você se comparar, compare com quem tem menos do que você. Está desempregado? Seja grato por viver em um país que dá seguro desemprego, porque a maioria das pessoas do mundo vivem com menos de 750 dólares ao ano.
Você não se parece com a Angelina Jolie? Acredito que existem mais pessoas que não se parecem do que pessoas que parecem.

#11. Você não é uma vítima
Você precisa parar de ver tudo pelo seu próprio ponto de vista. Você é apenas uma vítima de seus próprios pensamentos, palavras e ações.
Ninguém faz alguma coisa contra você. Você é o criador de sua própria experiência. Assuma a responsabilidade pessoal e perceba que você pode sair de suas dificuldades.
Nós só precisamos começar a mudar pensamentos e ações. Abandone a sua mentalidade de vítima e torne-se um vitorioso.

#12. Tudo muda
E isso também vai passar. Quando estamos presos em uma situação ruim, pensamos que não há nenhuma maneira de resolver os problemas.
Achamos que nada vai mudar. Mas uma hora tudo muda. Nada é permanente, exceto a morte. Então, saia do hábito de pensar que as coisas serão sempre assim. Elas não serão.
Mas você precisa agir para que as coisas mudem. Isso não vai acontecer magicamente por conta própria.

#13. Tudo é possível
Milagres acontecem todos os dias. E realmente eles acontecem. Confie e acredite que tudo é possível. Coisas incríveis acontecem o tempo todo.
Você só precisa acreditar nisso e, agir em conformidade. Uma vez que você fizer isso, você já ganhou a batalha.
Fonte: O Segredo.